quinta-feira, 3 de março de 2011

CARNIS VALLES - CARNAVAL - BREVES CONSIDERAÇÕES




CARNIS VALLES
CARNAVAL
BREVES CONSIDERAÇÕES


Colorida e alegre festa popular, o Carnaval é importante parte da cultura nacional.


Mas o Carnaval não é de origem brasileira e nem de origem recente, remontando os seus primórdios às festas regidas pelo calendário do ano lunar, no cristianismo da Idade Média. Era um período em que havia o "adeus à carne" ou carnis valles, daí surgindo o nome "Carnaval", no qual concentravam-se festas populares, conforme os costumes da região.


Mas, adeus à carne? Bem, consta que a festa foi instituída como tal pela definição, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, que era antecedida pelos 40 dias de jejum: a Quaresma. Com isso, reuniram-se várias intenções e comemorações populares, sempre com afinidade com os "prazeres da carne" (comida, bebida, atividades sensuais etc: todas sorte de "prazeres" da carne e para a carne), por isso chamados de "dias gordos" (principalmente a 3a feira gorda).


Apenas em anos mais recentes pode se considerar o carvanal com os contornos atuais, mas o propósito aqui não é de falar da festa em si, mas daquilo que podemos ter acerca do carnaval e do espiritismo.


Não se recrimina a parte visivel da "festa": a alegria extravasada nos sorrisos, nas brincadeiras, no riso fácil, nas danças etc Muitas cores, mágicas das máscaras, blocos animados e desfiles deslumbrantes.


Que participemos das alegrias, sem contudo nos comprometer com condutas e vibrações indesejáveis! Oremos e vigiemos!


Mas não podemos deixar de destacar desvios e excessos praticados sob a "bandeira" da festa, mas que não é exclusividade sua, pois também ocorrem excessos em todas as comemorações, sejam nas festas juninas, no reveillon e até em festas realizadas em clubes e residências etc


Portanto, não é o local ou a "razão da festa" em si o motivo da nossa atenção, mas a conduta das pessoas que vão às festas com propósitos outros e de se entregar aos "excessos" de bebidas e outras substâncias que entorpecem os sentidos e de se deixar levar pelos impulsos frenéticos daqueles dias...Parece que há os que se permitem viver naqueles dias tudo aquilo que foi objeto de absoluto controle e freios dos seus impulsos por todo o ano !


A lei da causa e efeito ensina... A lei da causa e efeito não deixa de ser aplicada...




Mas, há mais: quantos problemas decorrem das "máscaras" que somos obrigados a vestir ao longo da vida (opressão por conjuges, pais etc, depressão por desajustes etc, falta de identidade, excesso de apego e carência de amor próprio..!)?



E no período de carvanal alguns vestem "máscaras" para de certo modo assumirem "outras personalidades" e agir como se fossem outras pessoas...


Em verdade, em verdade, o ser, em essência, é um só e uma só é a consequência, qual seja, a responsabilidade pelas suas ações... ainda dentro da idéia da lei da causa e efeito.


Ademais, espíritos de vibrações mais baixas aproveitam-se do momento e da vibração para "potencializar" aquilo que percebemos apenas na aparência...



Vêm "potencializar" a alegria, que sabemos que não é felicidade...


Vêm entorpecer nossa consciência, nosso sentido de "bem e de mau", atrapalhar e confundir as idéias e, zombeteiros, "bagunçar" tudo...


Extravazam em nós, encarnados, todas as suas maldades, dor, raiva, ironia, etc


Ajudam, aqueles de vibrações mais baixas, também, a fazer extravazar tensões, sensações adormecidas, recalques, inseguranças, ciúmes, brigas...


Fomentam a entrega aos excessos da bebida, da sensualidade, dos abusos etc...


Torcem, enfim, pelas pequenas vitórias que obtém em batalhas ocasionais, rindo satisfeitos com nossas "quedas" momentâneas...


Aliás, Divaldo Pereira Franco, no livro "Nas Fronteiras da Loucura" (psicografado - espírito Manoel P. de Miranda, ed. Leal), trata de vários desses casos de obsessão sobre as pessoas incautas e imprevidentes e/ou inocentes, que apenas pensavam se divertir no carnaval...


Mas, se formos firmes, conscientes e confiantes na misericórdia e caridade, com Deus e Jesus e nossos "amigos espirituais" podemos vencer sempre na grande guerra...


Podemos confiar e ter a certeza de que somos capazes de "renascer das cinzas" mais fortes, seguros, maduros em nossa fé e verdadeiramente vitoriosos por termos a certeza de que sempre venceremos!


Que participemos das alegrias, sem contudo nos comprometer com condutas e vibrações indesejáveis!

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É tempo de ORAR E VIGIAR !


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P A Z !



(Rogério)
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(imagens coligidas da Internet - estas de autoria desconhecida)


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quarta-feira, 2 de março de 2011

O BEM DO PRÓXIMO É O NOSSO PRÓPRIO BEM - in RENÚNCIA, por BEZERRA DE MENEZES - instrução psicofônica


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"Meus amigos:


Rendamos graças ao Nosso Pai Celestial, guardando boa-vontade para com os homens, nossos irmãos. Como de outras vezes, achamo-nos juntos no santuário da prece...


Nossa visita, contudo, não tem outro objetivo senão colaborar na renovação íntima que nos é indispensável, a fim de que não estejamos malbaratando os re-cursos da fé e os favores do tempo.


Volvendo a vós outros, endereçamos igualmente a nossa mensagem a todos os companheiros que nos escutam fora da carne, órfãos de luz, ao encalço da própria transformação com o Divino Mestre, porque somente em Cristo é possível traçar o verdadeiro caminho da redenção.


Aprendamos a ceder, recolhendo com Jesus a lição da renúncia, como ciência divina da paz.


Constantemente nossa palavra se reporta à caridade e admitimos que caridade seja apenas alijar o supérfluo de valores materiais da nossa vida.


Entretanto, a caridade maior será sempre a da própria renunciação, que saiba ceder de si mesma para que a liberdade, a alegria, a confiança, o otimismo e a fé no próximo não sofram prejuízo de qualquer procedência. Como exercício incessante de auto burilamento, é imperioso ceder diariamente de nossas opiniões, de nossos pontos de vista, de nossos preconceitos e de nossos hábitos, se pretendemos realmente assimilar com Jesus a nossa reforma no Evangelho.


Toda a Natureza é escola nesse sentido.


Cedendo de si própria, converte-se a madeira bruta em móvel de alto preço.


Abdicando os prazeres da mocidade, o homem e a mulher alcançam do Senhora graça do lar, em favor dos filhinhos que lhes conduzirão a mensagem de amor e confiança ao futuro.


Consumindo as próprias forças, o Sol mantém a Terra e nos sustenta a vida com seus raios.


Meditai a realidade (1), principalmente vós outros que já vos desenfaixastes do envoltório físico! Cultivemos a renúncia aos haveres e afetos da retaguarda humana, para que a morte se nos revele por vida imperecível,descortinando-nos nova luz!...



Todos os dias, volta o esplendor solar à experiência do homem, concitando-o a aperfeiçoar-se, por dentro, pelo olvido de velhos fardos das impressões negativas,que tantas vezes se nos cristalizam na mente, escravizando-nos à ilusão...


E porque vivemos desprevenidos, gastando a esmo as oportunidades de serviço, obtidas no mundo, com o corpo denso, somos colhidos pela transição do túmulo, como pássaros engaiolados na grade do próprio pensamento.



É necessário esquecer para reviver.



É imprescindível o desapego de todas as posses precárias da estação carnal de luta, para que o incêndio das paixões não nos arraste às calamidades do espírito,pelas quais se nos paralisa o anseio de progresso, em seculares reparações!...


Não há liberação da consciência, quando a consciência não se liberta.



Não há cura para as nossas doenças da alma, quando nossa alma não se rende
ao impositivo de recuperar a si mesma!...


Saibamos, assim, exercer a doce caridade de compreender as criaturas que nos cercam. Não somente entendê-las, mas também ampará-las pelo desprendimento de nossos desejos, percebendo que o bem do próximo, antes de tudo, é o nosso próprio bem.


Recordemos que as Leis do Senhor se manifestam, em voz gritante, nas trombetas do tempo, conferindo a cada coisa a sua função e a cada espírito o lugar que lhe é próprio.


Desse modo, não nos adiantemos aos Celestes Desígnios, mas aprendamos a ceder, na convicção de que a justiça é sempre a harmonia perfeita.


Atentos ao culto do sacrifício pessoal sob as normas do Cristo, peçamos a Ele coragem de usar o silêncio e a bondade, a paciência e o perdão incondicional, no trabalho regenerador de nós mesmos, de vez que não podemos dispensar a energia e a firmeza para nos afeiçoarmos a semelhantes virtudes que, em tantas ocasiões,repontam entusiásticas de nossa boca, quando o nosso coração se encontra longe delas.


Irradiemos os recursos do amor, através de quantos nos cruzem a senda, para que a nossa atitude se converta em testemunho do Cristo, distribuindo com os outros consolação e esperança, serenidade e fé.


Imitemos a semente humilde a desfazer-se no solo, aparentemente desamparada, aprendendo com ela a desintegrar as teias pesadas e escuras que nos constringem a individualidade eterna, a fim de que o nosso espírito desabroche no chão sagrado da vida, em novas expressões de entendimento e trabalho.


Para isso, não desdenhemos ceder.


E supliquemos ao Eterno Benfeitor nos ajude a plasmar-lhe a Doutrina de Luzem nossas próprias vidas, para que a nossa presença, onde quer que estejamos,seja sempre uma fonte de reconforto e esperança, serviço e benevolência,exaltando para aqueles que nos rodeiam o abençoado nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.

BEZERRA DE MENEZES
(in Instruções Psicofônicas, 1a. ed., FEB, págs. 19-22, Médium Francisco Cândido Xavier)"

(nossa FONTE: Jornal O Cristão Espírita, Ano XXIII, Rio de Janeiro-RJ, Abril/1988 - n. 84, página 8).









. (imagens coligidas da internet - autoria desconhecida)

terça-feira, 1 de março de 2011

NAS ÁRVORES PODADAS, DEUS MULTIPLICA OS FRUTOS - para reflexão

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O momento é de prova?


Ergue-te e aceita a vida.




Não te queixes, trabalha.


Nem te desculpes, ora.




O serviço no bem


é paz e esquecimento.




Ante as crises que encontres,


faze o melhor que possas.




Nas árvores podadas,


Deus multiplica os frutos.




Ama, serve e não temas.

Deus agirá por ti.

(Emmanuel)



. (imagens coligidas da internet - autoria desconhecida)

sábado, 26 de fevereiro de 2011

SEJA VOCÊ MESMO - "não ser é outro ser" (Fernando Pessoa)



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"Não ser

é outro

ser"...
(Fernando Pessoa)



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Seja você mesmo !

Não se anule, não abandone os seus sonhos, não deixe de sonhar, de sorrir, de amar... Não deixe de se amar pensando que enobrece amar mais a outra pessoa do que a si... Não se pode amar a outro se não se ama: seria o caso de algo obsessivo, doentio, escravizante, anulador da própria essência do ser, mas não seria amor...

Seja você mesmo, sempre... Seja verdadeiro consigo !

Pare de deixar portas "entreabertas"... Assuma as rédeas da sua vida e passe pelas portas e veja o que há de novo e engrandecedor adiante! Não se sabote !



Olhe no espelho e veja a si próprio, sem máscaras que a sociedade nos impõe e sem outras que às vezes nós mesmos nos colocamos, para sobrevivermos em sociedade!

Seja você mesmo: escute os batimentos do seu coração e lembre-se de que você deve viver cada batimento e não apenas deixar a vida passar e se sentir um sobrevivente, se não se reconhece...


Viva a sua vida e seja FELIZ!


Paz !



-------------------------- imagens coligidas da internet (autoria desconhecida)