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sábado, 9 de fevereiro de 2013

CARNAVAL - PALAVRAS DE EMMANUEL, POR CHICO XAVIER






"Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém" (Apóstolo Paulo)

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EMMANUEL FALA SOBRE O CARNAVAL

         "Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer a apologia da loucura generalizada que adormece as consciências, nas festas carnavalescas.

       É lamentável que, na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhe a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhe as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com o título de civilização. Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos, prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.
             Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e, às vezes, toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.

            Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidade e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifiquem o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.

       Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos, na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho.

         Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras. Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem? Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretensiosas opiniões, colaborando conosco, dentro das suas possibilidades, para que possamos reconstruir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.

         É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloqüente atestado de sua miséria moral." (
Emmanuel, psicografia pelo  médium Francisco Cândido Xavier; julho de 1939 ; Revista Internacional de Espiritismo, Janeiro de 2001.)

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      Devemos cuidar dos nossos padrões vibratórios... Seria uma linda festa, se apenas a alegria, as cores, sons, cantos e brincadeiras a expressassem ... Não haveria problema algum em apenas termos alegre e descontraída festa, onde pudéssemos confraternizar e curtir boas vibrações... E, assim, tanto quanto máscaras coloridas são capazes de disfarçar a verdade, espíritos inferiores se aproveitam da distração, das bebedeiras e de baixos padrões vibratórios para fomentar brigas, abusos de toda sorte, cenas de ciúme, desrespeito a casais formados que apenas querem se divertir mas que acabam incomodados etc

       Cuidemos, portanto, dos nossos padrões vibratórios para que possamos atravessar  incólumes esses dias de festas carnavalescas.
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        Sobre o tema, também há outra postagem neste blog: http://ordembezerrademenezes-nit.blogspot.com.br/2011/03/carnis-valles-carnaval-breves.html



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quinta-feira, 3 de março de 2011

CARNIS VALLES - CARNAVAL - BREVES CONSIDERAÇÕES




CARNIS VALLES
CARNAVAL
BREVES CONSIDERAÇÕES


Colorida e alegre festa popular, o Carnaval é importante parte da cultura nacional.


Mas o Carnaval não é de origem brasileira e nem de origem recente, remontando os seus primórdios às festas regidas pelo calendário do ano lunar, no cristianismo da Idade Média. Era um período em que havia o "adeus à carne" ou carnis valles, daí surgindo o nome "Carnaval", no qual concentravam-se festas populares, conforme os costumes da região.


Mas, adeus à carne? Bem, consta que a festa foi instituída como tal pela definição, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, que era antecedida pelos 40 dias de jejum: a Quaresma. Com isso, reuniram-se várias intenções e comemorações populares, sempre com afinidade com os "prazeres da carne" (comida, bebida, atividades sensuais etc: todas sorte de "prazeres" da carne e para a carne), por isso chamados de "dias gordos" (principalmente a 3a feira gorda).


Apenas em anos mais recentes pode se considerar o carvanal com os contornos atuais, mas o propósito aqui não é de falar da festa em si, mas daquilo que podemos ter acerca do carnaval e do espiritismo.


Não se recrimina a parte visivel da "festa": a alegria extravasada nos sorrisos, nas brincadeiras, no riso fácil, nas danças etc Muitas cores, mágicas das máscaras, blocos animados e desfiles deslumbrantes.


Que participemos das alegrias, sem contudo nos comprometer com condutas e vibrações indesejáveis! Oremos e vigiemos!


Mas não podemos deixar de destacar desvios e excessos praticados sob a "bandeira" da festa, mas que não é exclusividade sua, pois também ocorrem excessos em todas as comemorações, sejam nas festas juninas, no reveillon e até em festas realizadas em clubes e residências etc


Portanto, não é o local ou a "razão da festa" em si o motivo da nossa atenção, mas a conduta das pessoas que vão às festas com propósitos outros e de se entregar aos "excessos" de bebidas e outras substâncias que entorpecem os sentidos e de se deixar levar pelos impulsos frenéticos daqueles dias...Parece que há os que se permitem viver naqueles dias tudo aquilo que foi objeto de absoluto controle e freios dos seus impulsos por todo o ano !


A lei da causa e efeito ensina... A lei da causa e efeito não deixa de ser aplicada...




Mas, há mais: quantos problemas decorrem das "máscaras" que somos obrigados a vestir ao longo da vida (opressão por conjuges, pais etc, depressão por desajustes etc, falta de identidade, excesso de apego e carência de amor próprio..!)?



E no período de carvanal alguns vestem "máscaras" para de certo modo assumirem "outras personalidades" e agir como se fossem outras pessoas...


Em verdade, em verdade, o ser, em essência, é um só e uma só é a consequência, qual seja, a responsabilidade pelas suas ações... ainda dentro da idéia da lei da causa e efeito.


Ademais, espíritos de vibrações mais baixas aproveitam-se do momento e da vibração para "potencializar" aquilo que percebemos apenas na aparência...



Vêm "potencializar" a alegria, que sabemos que não é felicidade...


Vêm entorpecer nossa consciência, nosso sentido de "bem e de mau", atrapalhar e confundir as idéias e, zombeteiros, "bagunçar" tudo...


Extravazam em nós, encarnados, todas as suas maldades, dor, raiva, ironia, etc


Ajudam, aqueles de vibrações mais baixas, também, a fazer extravazar tensões, sensações adormecidas, recalques, inseguranças, ciúmes, brigas...


Fomentam a entrega aos excessos da bebida, da sensualidade, dos abusos etc...


Torcem, enfim, pelas pequenas vitórias que obtém em batalhas ocasionais, rindo satisfeitos com nossas "quedas" momentâneas...


Aliás, Divaldo Pereira Franco, no livro "Nas Fronteiras da Loucura" (psicografado - espírito Manoel P. de Miranda, ed. Leal), trata de vários desses casos de obsessão sobre as pessoas incautas e imprevidentes e/ou inocentes, que apenas pensavam se divertir no carnaval...


Mas, se formos firmes, conscientes e confiantes na misericórdia e caridade, com Deus e Jesus e nossos "amigos espirituais" podemos vencer sempre na grande guerra...


Podemos confiar e ter a certeza de que somos capazes de "renascer das cinzas" mais fortes, seguros, maduros em nossa fé e verdadeiramente vitoriosos por termos a certeza de que sempre venceremos!


Que participemos das alegrias, sem contudo nos comprometer com condutas e vibrações indesejáveis!

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É tempo de ORAR E VIGIAR !


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P A Z !



(Rogério)
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(imagens coligidas da Internet - estas de autoria desconhecida)


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