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domingo, 15 de abril de 2012

O que desejamos? - para refletir

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"APRENDIQUEDEVERÍAMOSSER GRATOS A DEUSPORNÃONOSDARTUDOOQUE LHE PEDIMOS"(WILLIAM SHAKESPEARE)

.    Nos Evangelhos, Marcos (Cap XI, v. 24) disse "seja o que for que paçais na prece, crede que o obtereis e concedido vos será o que pedirdes".
     Mas será que sabemos pedir? Será que sabemos o que é que é bom para nós e para os demais? Será que pedimos pelo bem estar nosso ou dos nossos queridos ou pedimos o que a nossa vaidade, preconceito ou ignorância nos faz querer? Será que pedimos aquilo que nosso orgulho gostaria de ostentar perante outros? Será que pedimos pelo nosso desenvolvimento moral ou pela nossa ganância?
     Notemos que nossa limitação nos cega e que que a nossa ignorância nos deixa atordoados e confusos a ponto de não saber distinguir realmente o que nos é saudável e adequado e o que não é!
    Assim, percebamos com clareza de pensamentos e com humildade que a nossa prece deve conter o pedido das graças de que realmente necessitamos, não sendo digno pedir, por exemplo, que provas nossas sejam abreviadas, pois é necessário que as vençamos e que possamos aprender com tudo o que nos acontece, para o nosso progresso espiritual e desenvolvimento moral. Aliás, quantas vezes pedimos pelo nosso próprio desenvolvimento moral? Pois é...
    Por fim, para o propósito deste breve estudo, consideremos que na bela oração do PAI NOSSO falamos repetidamente "seja feita a vossa vontade", demonstrando resignação e confiança na benevolência de Deus, inclusive implicitamente externando a ideia de que os nossos desejos pequenos, muitas das vezes desviados até dos melhores propósitos etc, como dito linhas acima, não sejam considerados senão em confronto com a vontade Sua e com os desígnios da Sua Obra...
Graças a Deus!



terça-feira, 20 de setembro de 2011

OPORTUNIDADES PARA O NOSSO CRESCIMENTO... PARA REFLETIR



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Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo. Após longas horas de observação, um homem decidiu "ajudar" a borboleta e abriu um buraco no casulo.

A borboleta saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha asas amassadas.

O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo.

Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.

O que o homem, com sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluído do corpo da borboleta fosse para suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar, uma vez que estivesse livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.

Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados.

Nós não seríamos tão fortes como poderíamos ter sido.

Nós nunca poderíamos "voar"

"

(contribuição de JAQUELINE, irmã da Ordem - recebido por e-mail)


.(imagem coligida da internet - autoria desconhecida)