sábado, 26 de maio de 2012

IMPORTÂNCIA DA CONSCIÊNCIA DE SI MESMO, NAS EXPLICAÇÕES SOBRE O "DUPLO ETÉRICO"


     
   A partir do momento em que compreendemos a razão de estar aqui e agora, neste plano existencial, cercado por essas pessoas e passando por tais acontecimentos etc, passamos a ter consciência dos reflexos dos nossos atos (comissivos e omissivos) e pensamentos (potência da alma)... É muito importante que tenhamos tal consciência para que consigamos compreender as emoções próprias e um pouco das alheias e as coisas ao nosso redor e cada vez mais nos inserir na grande verdade universal, de acordo com as energias de progresso espiritual, paz e amor.

     Nada acontece por acaso, repetimos constantemente. De fato, há um equilíbrio no Universo e não avançaremos espiritualmente nem teremos o equilíbrio energético tão almejado se não estivermos em sintonia com esse fluxo energético... 

     Jesus veio nos falar de paz e amor e de transformação pelo amor, da fé... e da necessidade de uma atuação integrada com esse amor universal quando nos disse, segundo os Evangelhos, " - vá e não peque mais" (João 8:11)... vá e a partir de agora atue segundo o amor ... a partir de agora aja com sabedoria nos destinos da sua existência, não desperdiçando a vida ou, num sentido mais simples, "fazendo a sua vida valer a pena".

   Neste labirinto em que nos situamos temos de encontrar as saídas mais adequadas às nossas necessidades espirituais...

     A propósito, reputamos importante conhecer sobre a "consciência de si mesmo" e o chamado "Duplo Etérico" e, sobre este, pensamos ser muito relevantes e sábias as lições que nos trouxe o espírito Joseph Gleber, psicografado por Robson Pinheiro Santos, na obra intitulada "Medicina da Alma", da qual transcrevemos aqui o Capítulo IV, mas com nossos grifos e negritos destacando trechos reputados fundamentais para o tema, in verbis:


    "Ao observarmos a constituição físio-psico-espiritual do ser humano como a obra prima da criação divina, síntese de todas as experiências evolutivas já realizadas no Orbe terreno nos últimos milhões de séculos, vê-las-emos como um complexo mecanismo energético, iluminada pela razão e o sentimento, a caminho de outras formas de expressão da consciência, em sua marcha ascendente rumo às regiões luminosas das moradas angélicas, para onde demanda a nossa caminhada.

     Desde  as primeiras manifestações do principio inteligente na matéria, passando pelos diversos reinos que a natureza prodigalizou sob a orientação amorosa de Jesus, vê-se a mônada divina aperfeiçoando-se, materializando-se e desmaterializando-se nos campos experimentais do mundo das formas, adquirindo predicados que a enriquecem cada vez mais primorosas de expressão de sua intimidade divina.

     No vai-e-vem das experiências vivenciadas e divinamente direcionadas, vemos a presença de um modelo diretor,organizador de suas manifestações em qualquer forma que se expresse, seja no plano denso da matéria ou no ambiente astralino no qual estagia o psiquismo em formação.

    É no ambiente dos reinos inferiores que a mônada, ou o psiquismo adormecido do futuro arcanjo, começa a sensibilizar-se de forma intensa, ao mesmo tempo que, já no reino vegetal, começa a desenvolver as manifestações mais complexas de um duplo, composto das energias bioplasmáticas de que são constituídos os diversos seres integrantes desse prodigioso reino da natureza.

     As análises realizadas pelos nossos irmãos encarnados no campo precioso do magnetismo, comprovaram há muitos anos, aos céticos de todas as procedências, a existência do perispírito e do duplo etérico nas experimentações de exteriorização dos recursos anímicos.

     O duplo etérico exteriorizado ou dissociado do corpo físico, seja espontaneamente ou sob a ação magnética exterior, foi amplamente provado pelos estudiosos das ciências psíquicas,servindo para comprovar a existência e sobrevivência do espírito, sua atuação e independência na vida. Foi pesquisada e comprovada a sua existência através de processos científicos desenvolvidos pelos companheiros encarnados, como fotografias, materializações e muitas impressões físicas observadas e comprovadas sobejamente por pesquisadores e médiuns que se dedicaram ao estudo da ciência psíquica.

     No ser humano, o duplo etérico constitui a parte mais eterizada, ou menos grosseira, do corpo físico. Em sua constituição íntima encontra-se, além das substâncias físicas comuns, em vibração ligeiramente diferente, grande quantidade de ectoplasma como sendo a essência básica dessa contraparte etérica do corpo humano, cuja razão de ser está na distribuição equilibrada das energias provenientes do grande reservatório cósmico universal e sua transformação em fluido vital, encarregando-se de irrigar toda a comunidade orgânica do aparato fisiológico humano. O duplo etérico é, assim como os outros corpos de manifestação da entidade pensante, uma conquista do ser em sua longa caminhada de evolução anímica, constituindo-se em elemento preciosíssimo na economia orgânica e na manutenção da saúde do ser humano.     

     Elemento de constituição delicada, de natureza etérica, ectoplásmica e de alta sensibilidade, o duplo etérico é altamente influenciável e se ressente em sua estrutura íntima do comportamento humano equilibrado ou não, do capítulo das virtudes ou viciações.

   Além do seu potencial de centro distribuidor do fluido vital, o duplo reveste-se de importância maior, ao servir de base, quando exteriorizado, para a materialização de entidades espirituais que, manifestando-se para meus irmãos da Terra, demonstram que continuam vivos, com todas as suas faculdades anímicas que provam a não existência da morte e a continuidade da vida em outros campos vibratórios, em outras dimensões do Universo.

     Enquanto o corpo físico de natureza carnal e orgânica se manifesta num complexo polizóico celular, distribuído em órgãos, sistemas e aparelhos, objetos de estudo das ciências oficiais, o duplo etérico é formado de substâncias eterizadas do mundo terreno. São esses fluidos, constitutivos do duplo etérico, muitomais grosseiros ou materializados do que o fluido cósmico, sendo perceptível aos clarividentes como formando a aura que reflete a saúde do ser humano.

     A utilização de matérias tóxicas como o fumo, o álcool ou mesmo substâncias consideradas medicamentosas, com teor tóxico inegável, afetam a estrutura íntima do duplo,desregularizando-lhe os centros de força e, por conseqüência, a rede de distribuição das energias vitais que irrigam as células do corpo físico.

     O tabaco, o álcool e as drogas mais utilizadas pelo homem, envenenam-lhe as reservas vitais, obstruindo os centros de força que as distribui. A nicotina e o alcatrão, de forma mais atuante, corroem a própria matéria etérica de que é constituído o duplo, formando buracos, semelhantes às bordas queimadas de um papel, facilitando assim os diversos distúrbios que comprometem o equilíbrio psicofísico do ser humano.

     Funciona o duplo etérico para o ser encarnado como um manto protetor ou uma tela eterizada que impede o contato constante e sem barreiras com o mundo astral, atuando também como proteção natural contra investidas mais intensas dos habitantes menos esclarecidos daquele plano e, ainda, protegendo o homem contra o ataque e multiplicação de bactérias e larvas astralinas que, sem a proteção da tela etérica, invadiriam a organização, não somente do corpo físico, durante a encarnação como a própria constituição perispiritual.

     Quando através de seus desregramentos e vícios o homem passa a utilizar-se de substâncias  corrosivas, como o álcool, o fumo, a maconha e outras drogas, ou quando no seu comportamento abusivo na esfera da moralidade, ele bombardeia a constituição etérica do duplo, queimando-lhe e envenenando-lhe as células etéricas, cria verdadeiras brechas por onde penetram as comunidades de larvas e vírus do subplano astral,comumente utilizados por inteligências sombrias para facilitar-lhes o domínio sobre o homem, ou mesmo o próprio assédio mais intenso, das consciências vulgares que se utilizam muitas vezes do ser encarnado para saciarem sua fome e sede de viciações, quando não, para acirrarem ainda mais a perseguição contumaz e infeliz sobre a pobre vítima de seus desequilíbrios.

     A utilização de drogas mais fortes como a maconha, o LSD e a cocaína e seus derivados, bem como de medicamentos fortes cujos componentes químicos sejam inegavelmente tóxicos,violenta a tela etérica, rompendo-a. Sabemos que a lesão do duplo dificilmente se recompõe, donde vem a facilidade das pessoas que fazem uso de tais tóxicos verem verdadeiras monstruosidades e aberrações quando estão sob o seu efeito devastador.    Acontece que, sem a proteção dessa tela, que os manteriam naturalmente protegidos dos habitantes dos sub-planos astrais,começam a perceber as formas horripilantes, criadas e mantidas pelos seres infelizes que estagiam nas regiões mais densas do plano astralino. Falta-lhes a proteção etérica que violentaram pelo uso de drogas, estimulantes ou excitantes que lhes destruíram parte da proteção que a natureza os dotou, para a sua segurança na marcha evolutiva.  Embora essa destruição não seja completa, criando apenas rasgos ou brechas, utilizando-nos do vocabulário de meus irmãos, é verdadeiramente nociva a sua falta, pois o duplo é de essencial importância para o equilíbrio do ser humano e, quando isso acontece, além dos recursos terapêuticos comumente empregados nas casas espíritas para tais casos, deve-se promover a doação e a transfusão de fluido vital, ectoplásmico,para suprir a falta ou para revitalizar a parte afetada do duplo etérico.

     É o duplo etérico o responsável pela metabolização das energias advindas dos chamados planos "material" e "astral".

     Todo ser vivo, por meio de seu duplo etérico, mantém-se em relação direta com os outros elementos da grande família universal, através dos campos de energia que se interligam em toda a natureza. Vindas de várias dimensões do universo, as energias do plano etérico da criação participam da formação e do equilíbrio do homem, ligando-o etericamente com os animais, vegetais e minerais, na troca incessante de recursos presentes na criação. Todos esses planos, se assim podemos denominá-los, estão envoltos em uma rede de energia etérica que nutrem e revigoram os corpos de manifestações mais densas do ser humano, por isso as transferências de energias etéricas se realizam em todos os reinos da natureza, contribuindo tudo para o equilíbrio integral do ser humano. Daí a necessidade do homem viver em harmonia com a natureza que o envolve e onde evolui. Assim, as questões relativas à ecologia deixam de representar apenas fatores de preservação externa para assumirem um papel de equilíbrio energético em que o homem é o maior beneficiado.

     É necessário esclarecer aos meus irmãos que além das energias comuns nos reinos naturais que os antecedem na escala evolutiva, outras, de natureza eletromagnética, atuam para o equilíbrio da vida humana, como de todo o planeta em que vive.  São as energias astrais ou cósmicas, que vêm do espaço, de estrelas e planetas que emitem suas radiações entre si e, no caso presente a que aludimos, a Terra sofre a sua influência, como também envia-lhes a sua própria, em direção ao espaço intermúndio.   Essas radiações afetam todo o contexto da vida terrena, sendo que, no homem encarnado, é o duplo etérico o responsável pela metabolização e sutilização dessas energias, de forma automática, através dos vórtices ou chacras, conforme as circunstâncias vividas por ele. Vemos, dessa forma, que os estados realmente saudáveis encontrados no ser, são o resultado de uma vivência harmoniosa com a atmosfera psíquica e moral, que contribui para o seu equilíbrio integral. 

    Em vista de que o espírito está em vias de progresso e que a grande maioria ainda progride mais por força da Lei, de forma semiconsciente, com uma existência anômala e imprópria, fica difícil alcançar este estado de saúde integral, por seus próprios esforços volitivos, uma vez que sua vontade se encontra por vezes indisciplinada em meio às sinuosidades da jornada que percorre.

     À medida que o individuo adquire maior experiência, entendimento e moralidade, conforme os princípios cósmicos que o Evangelho nos preceitua, posiciona-se cada vez mais acertadamente ante as energias que interagem em seu psiquismo e no fisiologismo de sua existência no plano das formas.

     Vemos em Jesus um modelo a ser seguido pelos espíritos da Terra, fato este que é corroborado pela sua alta estirpe espiritual e pelos exemplos de convivência com os diversos reinos no grande ecossistema universal. Vemos na vida de Jesus, a integração com os animais, vegetais e minerais, num processo de transmutação e canalização de energias com vistas à elevação geral do ser humano.

     Examinemos mais detalhadamente as lições evangélicas sob essa perspectiva e com certeza encontraremos farto material, que longe de se constituir em fatores místicos, nos indicarão um método de vida que nos facilitará uma integração maior com a vida universal.

     Por isso, não nos cansamos de falar ao longo destas páginas, que o Evangelho do Cristo, com todo o seu alcance para a vida do homem, é ainda o único tratamento conhecido de eficácia comprovada, para debelar o sofrimento do ser humano, para solucionar os seus problemas morais que provocam as disfunções orgânicas ou fisiológicas, por impositivo das leis cósmicas, conduzindo-nos a estágios cada vez mais avançados de evolução anímica e, por conseguinte, a alcançar uma saúde mais perfeita, uma atitude mais equilibrada ante nós mesmos e ante a vida.

     Retornando à análise do duplo etérico, vemos em sua estrutura, a existência de uma delicada rede de filamentos energéticos,responsáveis pela interação entre os diversos chacras, facilitando aos próprios vórtices, as suas funções de aferência ou eferência, nem sempre absolutas, mas variantes, sendo que tais canais ou filamentos, de há muito foram identificados pelos nossos irmãos encarnados na índia e demais regiões do Oriente, sendo denominados por eles como “nadis”, por onde circulam as energias etéricas e do fluido vitalizante que irrigam os órgãos do corpo físico, funcionando, para estas energias mais sutilizadas, como funcionam as artérias para o sangue.

     Estes canais por onde circulam as diversas modalidades de energias que são processadas pelo corpo etérico, são de natureza hipersensível, sendo por isso diretamente afetadas pelo comportamento humano, mais ou menos como as células nervosas que lhe são uma continuação, ou materialização.    Embora pouco pesquisada por meus irmãos espíritas e, por isso mesmo, podendo causar certas "reservas" quanto ao que falamos, por escapar ao círculo do conhecimento ortodoxo, mas que não podemos ignorar, por constituir uma realidade a sua existência. Tais filamentos existentes na constituição etérica humana, são muitas vezes obstruídas ou destruídas, devido ao uso, por parte do homem, de elementos tóxicos e venenosos, que afetam diretamente esse corpo de natureza menos densa, o duplo etérico, sendo os alcoólicos de natureza variada e o fumo os responsáveis mais comuns por tais obstruções energéticas, causando os variados distúrbios na circulação sanguínea, no sistema nervoso e nas disfunções dos chacras. Muitos abusos na área alimentar provocam a obstrução desses canais ou filamentos, na área de atuação do baço e do pâncreas, promovendo, juntamente com diversas fatores emocionais, a disfunção nesses órgãos, facilitando o seu funcionamento irregular, causando enfermidades, que, apesar de catalogadas pela Medicina da Terra, são de difícil tratamento.

O duplo etérico assemelha-se à camada de ozônio que reveste o Orbe terráqueo, pois, na verdade, essa camada protetora da Terra, tem, por analogia, a mesma função do duplo etérico no ser humano. Quando é destruída a camada de ozônio do planeta, formam-se buracos em locais onde deveria haver a proteção natural, e assim certos raios solares penetram pelas falhas e produzem males nos habitantes imprevidentes do mundo.

Note-se como se assemelham os casos a que nos referimos, pois de igual maneira, como o homem destrói sua tela etérica pelo uso de material tóxico e corrosivo, faz igualmente com a camada etérica planetária, com o uso, em maior escala, dessas mesmas substâncias.  Há que se proceder a uma reeducação dos padrões humanos para entender o sentido universalista da Ciência Espírita, a fim de que o homem compreenda a grandeza em que se fundamenta os ensinos de tão grande Doutrina.

Observamos multidões procurando o serviço de médicos especializados ou de médiuns receitistas a fim de resolverem muitos de seus problemas de "saúde", como se a Medicina terrena ou a espiritual possuíssem fórmulas de eficácia instantânea para a resolução de suas dificuldades, quando estas residem basicamente em sua própria postura de vida e perante a vida,esquecendo-se de que o homem não é apenas um agregado de matéria, mas um complexo de energias, um ser moral, uma individualidade eterna, de natureza sideral, que da sua postura intima dependem os seus estados enfermiços ou saudáveis, como a sua felicidade ou infelicidade.  O equilíbrio em todos os sentidos, no falar, no agir ou no pensar,é a fórmula única de manter a harmonia interativa do espírito imortal e dos seus corpos de manifestação no Universo.

   Igualmente, podemos afirmar que as questões relativas à ecologia defendida por muitos na atualidade, não se resolvem apenas com decretos governamentais ou intervenções políticas, mas é notório que os problemas enfrentados nas coletividades humanas são o reflexo dos problemas íntimos e a solução para qualquer deles é uma questão de reeducação e postura interior perante a própria vida." (in MEDICINA DA ALMA, de Robson Pinheiro Santos, psicografando os ensinos do espírito Joseph Gleber, editora Casa dos Espíritos, 7a edição - ano 2000, páginas 43/55 - nossos todos os grifos e negritos). 

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(imagens coligidas da internet - autoria desconhecida)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

FONTE DA FELICIDADE - Para reflexão.

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"Toda a felicidade


do espírito


provém da felicidade


que deu aos outros.






Todos os seus bens são oriundos


do bem


que espalhou 


desinteressadamente"
(EMMANUEL)

sábado, 12 de maio de 2012

REVIGORAMENTO... PARA REFLETIR



"Há quanto tempo você não chora?
Há quanto tempo seus olhos não são inundados por lágrimas, 
por estas pequenas gotas que parecem nascer em nosso coração? 
Há quanto tempo?
Assim como a chuva realiza o trabalho de purificar a terra, a água 
e o ar, também nossas lágrimas têm a função de limpar nosso íntimo,
de externar nossas emoções, sejam elas de alegria ou de pesar.
Precisamos aprender a expressar sentimentos.
Nossa cultura possui conceitos arraigados, como o de que "homem não chora", ou que "é feio chorar", que surgem em nossas vidas desde quando crianças, na educação familiar, e acabam por internalizarem-se em nossa alma, continuando a apresentar manifestações na vida adulta.
Sejamos homens ou mulheres na Terra, saibamos que todos rumamos para a busca da sensibilidade, do autodescobrimento,
e da expressão de nossos sentimentos.
Tudo que deixarmos guardado virá à tona, cedo ou tarde.
Se forem bons os sentimentos contidos, estaremos perdendo uma oportunidade valiosa de trazê-los ao mundo, melhorando nossas 
relações com o próximo e conosco mesmo.
Se forem sentimentos desequilibrados, estaremos perdendo
a chance de encará-los, de analisá-los, e de tomar providências
para que possam ser erradicados de nosso interior.
As barreiras que nos impedem a emoção, o choro, são muitas
vezes as mesmas que nos fazem pessoas fechadas e retraídas.
Barreiras que carecemos romper, para que nossos dias possam 
ser mais leves, mais limpos, como a atmosfera que recebe a água
da chuva, e nela encontra sua purificação.
As chuvas dos olhos fazem um bem enorme.
Desabafar, colocar para fora o que angustia nosso íntimo, ou o que
lhe dá alegria, é um exercício precioso, um hábito salutar.
Dizer a alguém o quanto o amamos, quando este sentimento surgir 
em nosso coração - mesmo sem um motivo especial -, será 
sempre uma forma de fortalecimento de laços, de construção 
de uma união mais feliz e, principalmente, um recurso 
para elevarmos nossa auto-estima, nosso auto-amor."
(autoria desconhecida - fonte internet)

- imagem coligida da internet - autoria desconhecida -

segunda-feira, 30 de abril de 2012

"Não se acostume com o que não o faz feliz", na poesia de Fernando Pessoa





 - NÃO SE ACOSTUME COM O QUE NÃO O FAZ FELIZ - 


... "ALAGUE SEU CORAÇÃO DE ESPERANÇAS, 
MAS NÃO DEIXE QUE ELE SE AFOGUE NELAS.


SE ACHAR QUE PRECISA VOLTAR, VOLTE !


SE PERCEBER QUE PRECISA SEGUIR, SIGA !


SE ESTIVER TUDO ERRADO, COMECE NOVAMENTE.


SE ESTIVER TUDO CERTO, CONTINUE.


SE SENTIR SAUDADES, MATE-A.


SE PERDER UM AMOR, NÃO SE PERCA !


SE O ACHAR, SEGURE-O"


(FERNANDO PESSOA)


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Alguns diriam algo do tipo "- A felicidade não é para mim"... Mas a felicidade, como não é algo que se compra ou que se torne propriedade nossa, está livre e ao alcance de todos... 


Mas há os que embora digam que lutam pela felicidade realmente "não querem ser felizes", pois precisam deixar as outras pessoas sempre atentas sobre o que farão, há pessoas que chamam a atenção, há os que precisam de eternas "muletas" emocionais, que vivem "doentes" porque acham que assim "alguém se preocupa com elas" etc


Todos tem o direito de se sentir felizes, mas há os que não querem. Paradoxo, mas verdadeiro. Do mesmo modo já se disse que Jesus podia curar qualquer doença, mas não qualquer doente...


É necessário, portanto, que façamos a nossa parte, como boa atitude diante da família, do trabalho, do mundo... 


Na verdade, como algo que não se pode tocar ou ter e esconder, mas sentir, a felicidade está perto de nós e tanto que as vezes a sentimos sem saber e só a valorizamos quando a perdemos (quem nunca falou algo do tipo "- Eu era feliz e não sabia"? 




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A felicidade está em acordar para um novo dia e em conseguir dormir após a missão cumprida. Está num abraço amigo, no brilho do olhar na criança, no sorriso espontâneo (a propósito, já se lembrou de sorrir hoje?!), no inesperado gesto de carinho de alguém, no sol que brilha e nos aquece... Se perguntares a quem sente frio nas madrugadas dormindo embaixo de uma marquise ele diria que ficaria "feliz" com um cobertor quentinho... Pois é... 


Se nosso coração se transforma, se somos menos exigentes e nos abrimos a perceber o mundo vivo a nossa volta, seremos capazes de nos sentir mais leves e, a partir daí, mais atentos aos pequenos - mas inesquecíveis - momentos de felicidade... 


E, afinal de contas, que os nossos aparentes "pequenos" momentos de sentimentos felizes sejam sempre e cada vez mais de "grande felicidade"...


Paz!






 (imagem coligida da internet - autoria desconhecida)

sexta-feira, 27 de abril de 2012

ANENCEFALIA - JOANNA DE ÂNGELIS (POR DIVALDO P. FRANCO)
























ANENCEFALIA


"Nada no Universo ocorre como fenômeno caótico, resultado de alguma desordem que nele predomine. O que parece casual, destrutivo, é sempre efeito de uma programação transcendente, que objetiva a ordem, a harmonia.

De igual maneira, nos destinos humanos sempre vige a Lei de Causa e Efeito, como responsável legítima por todas as ocorrências, por mais diversificadas apresentem-se.
O Espírito progride através das experiências que lhe facultam desenvolver o conhecimento intelectual enquanto lapida as impurezas morais primitivas, transformando-as em emoções relevantes e libertadoras.


Agindo sob o impacto das tendências que nele jazem, fruto que são de vivências anteriores, elabora, inconscientemente, o programa a que se deve submeter na sucessão do tempo futuro.


Harmonia emocional, equilíbrio mental, saúde orgânica ou o seu inverso, em forma de transtornos de vária denominação, fazem-se ocorrência natural dessa elaborada e transata proposta evolutiva.


Todos experimentam, inevitavelmente, as consequências dos seus pensamentos, que são responsáveis pelas suas manifestações verbais e realizações exteriores.


Sentindo, intimamente, a presença de Deus, a convivência social e as imposições educacionais, criam condicionamentos que, infelizmente, em incontáveis indivíduos dão lugar às dúvidas atrozes em torno da sua origem espiritual, da sua imortalidade.


Mesmo quando se vincula a alguma doutrina religiosa, com as exceções compreensíveis, o comportamento moral permanece materialista, utilitarista, atado às paixões defluentes do egotismo.


Não fosse assim, e decerto, muitos benefícios adviriam da convicção espiritual, que sempre define as condutas saudáveis, por constituírem motivos de elevação, defluentes do dever e da razão.


Na falta desse equilíbrio, adota-se atitude de rebeldia, quando não se encontra satisfeito com a sucessão dos acontecimentos tidos como frustrantes, perturbadores, infelizes…


Desequipado de conteúdos superiores que proporcionam a autoconfiança, o otimismo, a esperança, essa revolta, estimulada pelo primarismo que ainda jaz no ser, trabalhando em favor do egoísmo, sempre transfere a responsabilidade dos sofrimentos, dos insucessos momentâneos aos outros, às circunstâncias ditas aziagas, que consideram injustas e, dominados pelo desespero fogem através de mecanismos derrotistas e infelizes que mais o degrada, entre os quais o nefando suicídio.


Na imensa gama de instrumentos utilizados para o autocídio, o que é praticado por armas de fogo ou mediante quedas espetaculares de edifícios, de abismos, desarticula o cérebro físico e praticamente o aniquila…


Não ficariam aí, porém, os danos perpetrados, alcançando os delicados tecidos do corpo perispiritual, que se encarregará de compor os futuros aparelhos materiais para o prosseguimento da jornada de evolução.


* * * * * *


É inevitável o renascimento daquele que assim buscou a extinção da vida, portando degenerescências físicas e mentais, particularmente a anencefalia.


Muitos desses assim considerados, no entanto, não são totalmente destituídos do órgão cerebral.


Há, desse modo, anencéfalos e anencéfalos.


Expressivo número de anencéfalos preserva o cérebro primitivo ou reptiliano, o diencéfalo e as raízes do núcleo neural que se vincula ao sistema nervoso central…


Necessitam viver no corpo, mesmo que a fatalidade da morte após o renascimento, reconduza-os ao mundo espiritual.


Interromper-lhes o desenvolvimento no útero materno é crime hediondo em relação à vida. Têm vida sim, embora em padrões diferentes dos considerados normais pelo conhecimento genético atual…


Não se tratam de coisas conduzidas interiormente pela mulher, mas de filhos, que não puderam concluir a formação orgânica total, pois que são resultado da concepção, da união do espermatozoide com o óvulo.


Faltou na gestante o ácido fólico, que se tornou responsável pela ocorrência terrível.
Sucede, porém, que a genitora igualmente não é vítima de injustiça divina ou da espúria Lei do Acaso, pois que foi corresponsável pelo suicídio daquele Espírito que agora a busca para juntos conseguirem o inadiável processo de reparação do crime, de recuperação da paz e do equilíbrio antes destruído.


Quando as legislações desvairam e descriminam o aborto do anencéfalo, facilitando a sua aplicação, a sociedade caminha, a passos largos, para a legitimação de todas as formas cruéis de abortamento.


… E quando a humanidade mata o feto, prepara-se para outros hediondos crimes que a cultura, a ética e a civilização já deveriam haver eliminado no vasto processo de crescimento intelecto-moral.


Todos os recentes governos ditatoriais e arbitrários iniciaram as suas dominações extravagantes e terríveis, tornando o aborto legal e culminando, na sucessão do tempo, com os campos de extermínio de vidas sob o açodar dos mórbidos preconceitos de raça, de etnia, de religião, de política, de sociedade…


A morbidez atinge, desse modo, o clímax, quando a vida é desvalorizada e o ser humano torna-se descartável.


As loucuras eugênicas, em busca de seres humanos perfeitos, respondem por crueldades inimagináveis, desde as crianças que eram assassinadas quando nasciam com qualquer tipo de imperfeição, não servindo para as guerras, na cultura espartana, como as que ainda são atiradas aos rios, por portarem deficiências, para morrer por afogamento, em algumas tribos primitivas.


Qual, porém, a diferença entre a atitude da civilização grega e o primarismo selvagem desses clãs e a moderna conduta em relação ao anencéfalo?


O processo de evolução, no entanto, é inevitável, e os criminosos legais de hoje, recomeçarão, no futuro, em novas experiências reencarnacionistas, sofrendo a frieza do comportamento, aprendendo através do sofrimento a respeitar a vida…


* * * * * *


Compadece-te e ama o filhinho que se encontra no teu ventre, suplicando-te sem palavras a oportunidade de redimir-se.


Considera que se ele houvesse nascido bem formado e normal, apresentando depois algum problema de idiotia, de hebefrenia, de degenerescência, perdendo as funções intelectivas, motoras ou de outra natureza, como acontece amiúde, se também o matarias?


Se exercitares o aborto do anencéfalo hoje, amanhã pedirás também a eliminação legal do filhinho limitado, poupando-te o sofrimento como se alega no caso da anencefalia.


Aprende a viver dignamente agora, para que o teu seja um amanhã de bênçãos e de felicidade."


(Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, na reunião mediúnica de 11 de abril de 2012, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia, em 14.4.2012)"

(fonte http://www.divaldofranco.com/mensagens.php, consulta em 27.4.2012, às 19:45 horas).

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Mensagem enviada por Marcy Mesquita, irmã da OEBM, a quem muito agradecemos)


imagem coligida da internet - autoria desconhecida

domingo, 22 de abril de 2012

O REINO DE DEUS ESTÁ DENTRO DE NÓS - A partir da leitura sobre DEUS, na bela e profunda simplicidade da poesia de Fernando Pessoa


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..."se Deus é as flores e as árvores
E os montes e sol e o luar,
Então acredito nele,
Acredito nele a toda a hora,
E a minha vida é toda uma oração e uma missa,
E uma comunhão com os olhos e pelos ouvidos.

Mas se Deus é as árvores e as flores
E os montes e o luar e o sol,
Para que lhe chamo eu Deus?
Chamo-lhe flores e árvores e montes,
Se ele me aparece como sendo ávores e montes
E luar e sol e flores,
É que ele quer que eu o conheça
Como ávores e montes e flores e luar e sol."
(FERNANDO PESSOA, sob o pseudônimo de Alberto Caieiro)

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SE TUDO É DE DEUS, ENTÃO DEUS SE FAZ PRESENTE EM TUDO O TEMPO TODO...
CADA FRAÇÃO DE TEMPO, É TEMPO DE DEUS... EM CADA ESTRELA QUE BRILHA, NO MOVIMENTO DE ROTAÇÃO DA TERRA, EM CADA GRÃO DE AREIA, EM CADA GOTA DO OCEANO...

... CADA INVOLUNTÁRIA RESPIRAÇÃO, QUE NEM SENTIMOS QUE FAZEMOS... CADA VEZ QUE PISCAM NOSSOS OLHOS... CADA VEZ QUE BATE O CORAÇÃO... TAMBÉM NÃO O VEMOS, MAS O SENTIMOS, O TEMPO TODO... NÓS PRECISAMOS DESSA CONEXÃO COM DEUS, PARA QUE NOS MANTENHAMOS PRÓXIMOS DA NOSSA ORIGEM
 E DO NOSSO DESTINO, DO NOSSO PLANO DE VIDA... 
DEUS NÃO ESTÁ NOS TEMPLOS, NAS PAREDES PINTADAS, NAS CATEDRAIS OU NOS CASTIGOS E NA IDÉIA DE PECADO, 
AFINAL "O REINO DE DEUS ESTÁ DENTRO DE NÓS" (LUCAS 17:20-21).



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domingo, 15 de abril de 2012

O que desejamos? - para refletir

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"APRENDIQUEDEVERÍAMOSSER GRATOS A DEUSPORNÃONOSDARTUDOOQUE LHE PEDIMOS"(WILLIAM SHAKESPEARE)

.    Nos Evangelhos, Marcos (Cap XI, v. 24) disse "seja o que for que paçais na prece, crede que o obtereis e concedido vos será o que pedirdes".
     Mas será que sabemos pedir? Será que sabemos o que é que é bom para nós e para os demais? Será que pedimos pelo bem estar nosso ou dos nossos queridos ou pedimos o que a nossa vaidade, preconceito ou ignorância nos faz querer? Será que pedimos aquilo que nosso orgulho gostaria de ostentar perante outros? Será que pedimos pelo nosso desenvolvimento moral ou pela nossa ganância?
     Notemos que nossa limitação nos cega e que que a nossa ignorância nos deixa atordoados e confusos a ponto de não saber distinguir realmente o que nos é saudável e adequado e o que não é!
    Assim, percebamos com clareza de pensamentos e com humildade que a nossa prece deve conter o pedido das graças de que realmente necessitamos, não sendo digno pedir, por exemplo, que provas nossas sejam abreviadas, pois é necessário que as vençamos e que possamos aprender com tudo o que nos acontece, para o nosso progresso espiritual e desenvolvimento moral. Aliás, quantas vezes pedimos pelo nosso próprio desenvolvimento moral? Pois é...
    Por fim, para o propósito deste breve estudo, consideremos que na bela oração do PAI NOSSO falamos repetidamente "seja feita a vossa vontade", demonstrando resignação e confiança na benevolência de Deus, inclusive implicitamente externando a ideia de que os nossos desejos pequenos, muitas das vezes desviados até dos melhores propósitos etc, como dito linhas acima, não sejam considerados senão em confronto com a vontade Sua e com os desígnios da Sua Obra...
Graças a Deus!